Inferno astral, ou outra coisa qualquer…

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Estamos vivendo numa época de provação (estou começando politicamente correto), época de provação ou de provocação.

Se pensarmos que estamos vivendo numa época de provação, teremos que nos preparar, pois para que existam provações invariavelmente alguém esta ou estará analisando as atitudes e comportamentos e se formos premiados passaremos de uma fase para outra, ou se não formos aprovados ficaremos na mesma fase e por esse motivo nossa prova não foi aprovada (óbvio. Não?). Agora se estivermos vivendo não em uma época de provação e sim de provocação também é bastante óbvio que, à toda ação existe uma reação de igual força, mesma intensidade, só que em sentido contrário”(se não me engano essa era uma das leis de física). Assim sendo, à cada provocação, quase que certamente haverá, ao menos espero que haja uma reação contrária. Dessa forma descobrimos que e o porque de existirem pessoas reacionárias. Essas pessoas são aquelas mesmas, da lei da física, que revidara, ou revidam à certos movimentos que as atingiram, ou sejam movimentara-se ao contrário do sentido da ação, ou nesse e para esse texto, movimentaram-se em contrário à provocação.

Ora ora, estamos sendo provocados, diuturnamente e também de dia(como diz a plantonista) com atitudes algumas medíocres, outras covardes, outras maldosas, outras nefastas, em tempos em que a moral e os bons costumes, que deveriam ser as fontes do Direito, ficaram e a muito de lado, ou lá para trás que nem sequer se lembram do que é moral e bons costumes. Estamos vivendo em época revivida de olhos por olhos, dentes por dentes ( e quando o sujeito não tem dentes, a pendenga começa a ficar difícil ao menos para um dos lados) …êpa. escapei do raciocínio.

Voltando ao tema, as provocações estão sendo acintosas, e midiáticas.  A cada instante esse ou aquele cometeu certos desatinos, e certos desmandos e a sua credibilidade está balançando e quase caindo. Mas, e sempre aparece o mas, ou o então, para ter ou se conseguir uma liminar qualquer de uma instância maior que lhe dá o direito de ir ou de vir ou de receber, com ou sem coleiras, certos benesses jurídicos, e nós cá em baixo no último dos degraus dessa enorme pirâmide econômica e/ou política, ficamos só e tão somente com o ônus da palhaçada toda.(tampouco temos dinheiro para comprar as bolinhas vermelhas para se colocar no nariz)

Deixando de lado o politicamente correto, aprendi há muito que a pior das injustiças á tratar igualmente os desiguais. Assim posto, as métricas de assaltos, da roubalheira, e do mau trato da coisa pública deveria ter uma métrica maia apurada e mais restritiva. Mentir e depois dizer “desculpa foi uma mentirinha, para dar esmolas à quem são os animais do curral eleitoral, para ficar sempre com as mão nas rédeas e com dólares nas cuecas, é no mínimo crime hediondo, afinal os dólares desviados da menor à maior escala, foram subtraídos do povo pagador de impostos e desviados das atividades fins que eram (ou deveriam) pra ser para proteção, saúde e EDUCAÇÃO

Ora, se educar o cidadão agora letrado saberá quem é o menos pior e nele depositará seu voto, por isso mesmo é que o povo vai continuar à ser mal educado, com saúde precária, e todos os benesses não serão obrigação do Estado e sim um carinho, para que o desdentado, mal criado e sem educação continue à votar, à votar e à manter à manter o estado de necessidade presente, premente e permanente.

Isso tudo é mais do que privação, é provocação e não digam que há muito estão avisados… Ruy Barbosa disse lá pelos anos 20 do século passado, que “o povo que não se defende não merece defensores”….

Continuemos…

08/11/15

Manéco

 

 

Crise? … Que Crise?

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Estamos vivendo uma crise, ou estamos vivendo em crise? Que raios de crise é essa? Por todos lados que ando vejo, vejo pessoas reclamando de coisas de algo ou de algo assim. Há uma crise, procuro, procuro e não à encontro. Tenho mais de 60 anos, e sempre vivi no Brasil, e mais especificamente nesse Quintalão, portanto já estou escolado desse, sobre esse assunto, assunto esse de estamos vivendo em crise, com a crise, pela crise, à favor da crise, contra a crise, no meio da crise. Essa coisa parece ate a tal cidade de Retorno, que em quase todas as estradas tem uma placa indicando onde fica a tal cidade de Retorno.

O melhor desse tema, foi a tirinha (sou fã de tirinhas e de estórias em quadrinhos) que saiu na Folha desde domingo, do Adão Iturrusgarai, em na qual mostra a diferença entre a “Zona de Conforto” e o “Conforto na Zona”. Foi elucidativo, educadora, cultural e ilustrativa da diferença entre as Zonas a de Conforto e a Zona de fato e de direito.

Olhem (leiam) que interessante, nunca gostei da tal “Zona de Conforto” mas sempre desde adolescente sempre fui fã da Zona, Zona na acepção da palavra, ou seja para quem não conhece ou nunca viu as tais Zonas de Meretrício.

Quando era infante tinha que invariavelmente sair da Zona de Conforto para poder ter condições de ir visitar “minhas” amantes na/da Zona. (lembrando aos que não viveram naquela época, diferentemente dos dias de hoje em que o sexo ou os programas para se fazer sexo é uma “coisa” fácil, com qualquer mocinha, o negócio “sexo” era um tema proibido e de difícil achar e de se fazer, e a para que isso se concretizasse tínhamos (os moleques da época) à recorrer as meninas “primas”, “amantes” das poucas e distantes zonas.)

Mas os tempos mudaram, depois quando adultos, contavam que no próprio Quintalão algumas mulheres ditas sérias, não eram bem assim e perdemos muito tempo em ter ido às zonas que existiam na época.

Mas de zonas em zonas, vivemos uma verdadeira zona. Epa. Pelo que conheço das zonas essa são mais organizadas. Mas como somos humanos, gostamos de certas zonas, alguns das tais confortáveis outros nas mais turbulentas, outros nas mais barulhentas, outras nas mais lascivas… enfim todos nós vivemos nossas zonas diariamente.

Agora e em paralelo ao titulo a crise da crise na crise está em crise, ou seja a situação está uma zona, ou como a casa de mãe Joana, ou seria com outro nome, aquele que não ouso citar, mas a dona das piadas diárias.

Vivemos sim, em crise. Crise de credibilidade, crise moral, crise política. Mas essa crise se formos ver de perto e estrito senso, veremos que a crise é o reflexo(como um espelho) de nossas atividades diárias. Ora temos várias operações da PF, prendendo corruptos e corruptores. Mas essa corrupção começa em casa, quando propomos aos nossos filhos, quando dizemos: “ou você estuda, ou você vai trabalhar”,…ou então quando se diz: “se você se comportar vai ganhar isso ou aquilo” . No primeiro caso, você está dizendo que o trabalho é um castigo, que em contra partida o estudo é um bem, em contrário ao mal que seria o trabalho. No segundo caso, há a clara intenção de corromper o sujeito “dando” uma coisa qualquer. Nossa corrupção começa no dia à dia, vejam as atitudes, com os pedestres, pelos pedestres (ninguém respeita ninguém), das bicicletas(nas calçadas e nas contra mãos), nas vagas de deficientes, nas filas dos bancos, na acessibilidade, com os idosos, com as crianças, com os deficientes … enfim, corrompemos e somos corrompidos diariamente, e isso tudo está na cultura, maldita cultura de “quero levar vantagem em tudo”… essa métrica tem até um sentido no primeiro momento, mas ao longo prazo, perceberemos que erramos e erramos feio. Creio que poderemos passar por essa “pseuda” crise que em verdade é uma crise Moral e Cultural, e que se começarmos a mudar nosso comportamento diário, certamente iremos à partir do local, mudar o mundo. É só sair da Zona de Conforto.

É só

Manéco

27/10/2015

Eu e as minhas manias … Ou seriam, as minhas manias e eu?

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Como todo mundo tem, eu também tenho cá minhas manias. Ou como no título, poderia ou é, não sei ao certo, mas pode ser que as minhas manias é que me tenham.

Assim dito, insisto em ir ver espetáculos lá e cá, desde espetáculos para público infantil, espetáculos circenses , cinema, espetáculos teatrais de dança, e outros desde, claro que desde que possa ou po$$a e assim tento ver, ouvir, divertir-me, aprender, aprender e quando possível divulgar, incentivar, multiplicar a idéia do incentivo e de quão valiosos são esses espetáculos.

Mas por ter manias, tenho uma que não abro mão, que é comportar-me de acordo com a conveniência dos tais espetáculos. E para isso minhas manias são explicitadas, pelas cara e bocas que faço nos espetáculos à que ouso ir.

De tempos prá cá, a coisa está ficando cada vez mais terrível para mim simples Mané com mania de ir e querer ver e ouvir os tais espetáculos. Já disse certa feita quando da apresentação de um espetáculo na Concha Acústica (para quem não sabe, onde tem hoje a tal Gaiola das Loucas, tinha lá uma imponente concha acústica que nos permitia ouvir espetáculos pela reverberação da “concha” que repassava-nos em acústica os sons dos espetáculos), e justo naquele espetáculo tinha uma tal de Geisa, (esse nome ficou indelével, gravado no meu cérebro), que não parava quieta e não se sentava, e gritava, e outras cositas mais (devia estar no cio, sei lá), e assim o espetáculo ficou à desejar por conta da tal mocinha, e seus pares.

De tempos prá cá além da falta de compostura de muitos (no sarau de ontem 03/10) tinha duas senhoras moças, que insistiram sistemicamente à fofocar enquanto o espetáculo ocorria, só paravam de fofocar, quando ocorriam os pequenos intervalos, e eu lá tentando ver, ouvir os espetáculos.

Tenho mais uma mania, toda vez que entro em reuniões, cultos, velórios, espetáculos e outros eventos, minha mania é desligar o celular. Acho que isso é uma mania estranha, pois uma grande maioria dos atuais humanos, cismam em querem ver as malditas mensagens justamente no horário dos tais espetáculos, que por minhas manias tento ver, ouvir.

E por falar em celulares e a tal internet, eu pensava (olhem eu penso!!!) que a internet viria para melhorar o ser humano como ser humano que é. Mas para minha surpresa, ela veio para amofinar o cérebro dos tais atuais humanos. Hoje já não mais pensam, está difícil vê-los/ ouvi-los verbalizar aquilo que pensam. Como está tudo pronto, tudo chega a milhões de humanos ao mesmo tempo, ninguém mais sabe o que é certo e o que é errado, o que é verdade ou o que é mentira.

Será que os atuais humanos, sabem o que é raciocínio? O que é Lógica? O que é Pensar? O que é ? O que são? O que serão? Quem sabe? Quem saberá?

Talvez seja o começo do fim…

Manéco

04/10/2015

 

 

Er… ou não Er… ? Eis a grande indecisão!? (continuação)

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Depois de tudo o que escrevi na semana passada, e das múltiplas indecisões que temos e as quais e por elas as vezes não as expomos, mas vamos a resposta à segunda provocação que me fora feita. Como nos sentimos com tantos impostos?

Caraca, e vem o ministro, que não é nenhum Mané, mas por desgraça da espécie é Joaquim, que sob minha perspectiva de Mané que sou, Joaquim é o avesso do Mané, ou seria pior que isso, mas que ele está fazendo umas manezadas isso está.

Não dá pra suportar mais impostos. Isso é claro e inequívoco, ao menos para quem paga seus impostos, eu, tu, nós, vós… mas essa conjugação está manca, porque ele não paga, e eles nunca pagaram ou sonegaram.

Como dizia a filósofa: Vamos e venhamos, seria legal se pagássemos nossos sofridos impostos e deles recebêssemos e em retorno benesses como segurança, saúde, previdência privada decente, infra estrutura capaz e suficiente, transporte coletivo seguro e em quantidades tais que não precisaríamos usar do transporte individual, medicina preventiva, Educação, de primeiro grau em níveis de primeiro mundo, Educação técnica com possibilidades de aprendizado nos melhores centros técnicos do mundo, Educação em academias com apoio à pesquisa, e com parcerias com centros tecnológicos de todo o mundo…

Que bom seria, que bom pensar e ainda lutar para termos. Estamos no sudeste maravilha, mas, cá entre nós com políticos medíocres, e interesseiros que sequer fazem a política, fazem contudo as tais politicagens, sequer pensam nas suas bases eleitorais, ou nos seus estados, pensam somente e tão somente,..epa! pensam?

E cá no nosso quintalão a coisa não é diferente, isso está desandado como em todo o território, há um assistencialismo eleitoreiro, que que não acrescenta nada ao crescimento intelectual, social e/ou econômico desse tão e já sofrido povo. Pensar em acabar com a pobreza sem contra partida é como engordar porcos, que vem caminham até o cocho e vivem suas pseudas vidas em troca de favores e favorecimentos, diferente do porco que fornece o torresmo, o outro no curral eleitoral fornece o voto de cabresto e com isso engorda a maquina ou o aparelho construtor dessa derrocada intelectual.

E por falar em intelecto, se o sujeito aprende a estudar e estudar, perceberá que não é necessário cota disto ou daquilo para conseguir algo ou alguma coisa, é só persistir e persistir.

Não adianta dar e prometer cotas para esse ou aquele em universidades, se o sujeito não aprendeu a pensar, e com isso não sabe o que é estudar, sequer sabe ler entende, somar ou diminuir.

Abro um parênteses, em explicar a sutil diferença entre aprender e estudar. Na escola se aprende, somente. Depois disso o estudante em suas casas ou em aprendizados paralelos, pesquisa-se e aí sim pode se considera que estuda.

Num curso de Direito, após alguns anos o sujeito que não conseguia sair do mesmismo descobriu que nos Códigos existia um parte chamada índice. E o sujeito disse: se eu soubesse que tinha essa coisa, a coisa seria mais fácil. Aí e por isso dá prá perceber o nível dos universitários, e como as coisas caminham.

Claro com tudo isso, o que podemos pensar, em aonde e para onde caminhamos.

Assim, gostaria de ter o prazer de pagar impostos, se visse a retribuição de minha contribuição. Enquanto isso, temos mesmo que brigar, espernear,

contra o aumento dos impostos (IPTU inclusive) e contra o novo CPMF,…ah! Não se esqueçam de cobrar o retorno dos impostos já pagos,…nas três esferas, Federal, Estadual e Municipal, e por falar daqui, cadê o asfalto das ruas marechal Deodoro, da Rui Barbosa e de outras, cadê a cobertura da “gaiola da loucas”, … ?

Manéco

18/09/15

… er ou não …er? Eis a indecisão!

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Desde há muito já temos essas dúvidas: …er ou não …er? Eis as questões! Tem também a outra possibilidade de questionamento: …ar, ou não …ar? Eis minhas dúvidas. Ou então pode ser: ...ir ou não …ir? Eis a encruzilhada. Como também poderíamos usar: …or ou não …or? Eis outras poucas possibilidades de dúvidas. E finalmente não teremos as dúvidas terminadas com UR

Se formos abrir as múltiplas possibilidade do complemento da frase, termos um universo de pensamentos e de dúvidas. Não vou citar exemplos, não que eu não os tenha, mas por pura sacanagem e para quem essa ler, ou não ler, e ou pensar e ou em não pensar. Podem até mandar-me ir, ou não ir, mas por via das dúvidas ou por não vias das dúvidas, dei alguns exemplos para vocês pensarem,… que merda, vai sair fumaça, ou não sairá fumaça, serão fedidas ou não serão fedidas, eis as muitas questões…

Mas passado todo esse tempo de vida, lí tanta besteira, e tanta coisa séria, que no frigir dos ovos e pelo andas da carruagem, tudo se transforma em besteira, assim como nossa vã filosofia. Que raios de filosofia digo eu, não importa qual, o que importa é a sua(leitor) filosofia. Se bem que pouco me lixo , (ou seria me licho?), por sua filosofia, afinal a sua, como a minha filosofia é vã e efêmera, assim como nós outros vãs homens de fé ou de pouca fé, ou de nenhuma fé temos nossa vida tão efêmera como nossa efêmera importância. E assim quando viajo de avião vislumbro de cima e me pergunto, sempre, onde estão aqueles “homo sapiens e muiéres sapiens (como diz a plantonista), que se dizem importantes? (inclusive ela), todos somos passageiros (menos os motoristas e os cobradores) dessa nave, que navega nesse Universo infinito, ao infinito ”ralo” rumo ao buraco negro ( e esse não é afro descente, é o “Buraco Negro” celestial onde todos os planetas estão indo. Talvez ao inferno para quem nele acredite. Assim todos somos pequenos muito pequenos para tantas besteiras de que se acha, de que se pensa, de que se impõe, de que se escreve (inclusive isso, que estou escrevendo).

Mas na minha ”santa e infinda ignorância”, fui provocado duas vezes numa só semana para assuntos que ninguém tem respostas certas e precisas. Uma delas era: Onde iremos parar? A minha resposta é que o cara que é um otimista, afinal ele acredita que iremos parar em algo ou em alguma coisa, mas a resposta é muito complexa, e a interlocução daria um sem dias de colocações e discussões, que com quase certeza, até iriamos descobrir de pararíamos ou não pois o tempo que nos resta é muito curto face ao tempo universal e as respostas são infindas às três ou quatro variáveis da pergunta: de onde estamos ou estaríamos falando? Onde é o iremos se dó ou acompanhados? Onde é esse lugar de ir? E por fim iriamos ou vamos parar? De que jeito é esse parar, pode ser manso ou pode ser uma “pancada”?

A outra provocação foi para que eu escrevesse sobre a enorme quantidade de impostos que recaem sobre “nossotros” simples, idiotas e brasileiros que somos, e como somos brasileiros não desistimos nunca. Certo? Vejo que a maioria segue alguns lemas dos pracinhas da grande guerra nominada, a segunda, que uma delas dizia “Senta a Púa!” outra que crio verdadeira era; “ou mato ou morro” que traduzido pela más línguas era mais ou menos o seguinte: “ou corro pro Mato, ou corro pro Morro!”

Dito isso, prometo que “Sentarei a Púa” sobre o assunto Impostos, mas fico preocupado que, se pegar muito pesado se deverei fugir pro mato ou para o morro em função da ira que se levantará sobre esse escrevinhador…

Assim até a semana que vem…

Manéco

10/09/2015

tem sempre uma primeira vez…

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Como dizia a propaganda de um certo sutiã,… o primeiro sutiã, a gente nunca esquece… e à partir desse começo de história, é factível, creio que para todos nós humanos, que muitos acontecimentos, quando ocorrem e como, e em sendo pela primeira vez, “a gente” nunca esquece, ou até deveríamos esquecer, dependendo do susto, ou da alegria, ou do inesperado, ou do…

Vamos lá, o primeiro andar de bicicleta, o primeiro tombo ao tentar andar de bicicleta, o primeiro contato com mar, o primeiro susto com a onda do mar, o primeiro caldo que o mor nos dá, e assim temos o primeiro amor, a primeira noite de amor, ou melhor, o primeiro amor furtivo no banco de um carrinho da época, num local ermo longe dos malditos olhares, dos malditos representantes de governo de então, que nunca souberam(sabem) o quanto é bom fazer amor, em qualquer local, afinal fazer amor é bom para a pele, para o corpo, para a alma( ah! Isso eles não tem). O primeiro susto, quando “a uma” pega você com a outra de calças arriadas ou então só o fato de achar uma marca de batom na cueca. Ou em contrário, quando você pega “a uma” em abraços e beijos nos braços que não sejam os seus. O primeiro dente que lhe cai da boca, ou a prima vez que lhe é permitido dirigir. O primeiro casamento, a primeira gravidez, o primeiro filho, o primeiro genro, a primeira sogra.(nesse gênero, a cada gravidez, com total certeza, como sempre ser a primeira vez, vez que cada uma tem sua peculiaridade e época que não sei por que ou por qual carga d’água, é como se fosse uma nova primeira vez, daí talvez o surgimento da palavra que não deveria existir, mas todo mundo usa que é a tal Primeiramente, (como primeiramente se não existe segundamente?) então no caso em estudo, (olha como estou chique?)   como em cada gravidez é como se fosse a primeira vez, então poderíamos incluir na gramática: primeiramente, segundamente, terceiramente, e assim por diantemente (sic) . (né Odorico Paraguaçu?) ah! Isso também me fez lembrar que ando infante ia sempre aos comícios de políticos de então e por aqueles tempos o candidato à alcaide, invariavelmente começa seus discursos mais ou menos assim “Excelentemente povo de Salto”…

Mas de sustos e sustos, os ditos populares tem lá suas verdades, o primeiro sutiã a gente nunca esquece, assim como a primeira dor de dente a gente nunca esquece, a primeira mão naquilo, ou a primeira vez aquilo na mão, o primeiro peito na mão, (êpa! esse escapou!) mas tem os ditados que dizem que é preferível um peitinho na mão do que dois nos sutiãs, em contrário sendo é preferível duas vespas voando que uma só na mão.

Mas de acontecimentos em acontecimentos, certos acontecimentos jamais deveriam ter essa primeira vez, mas por força do destino,…mentira. Certos acontecimentos são previsíveis e só nos atentamos à eles depois que as desgraças ou coisas desagradáveis acontecem.

Assim foi o incêndio do Edifício Andraus, e em seguida o do Edifício Joelma, que depois desses horrendos incêndios onde muitas vidas foram ceifadas é que as medidas de precaução e as de prevenção foram tomadas e/ou exigidas foram implementadas e assumidas.

Mas o ser humano com que que tudo seja simplificado, para que ganhos extras sejam agregados, esquecem-se do bem maior que é a segurança dos humanos e assim nós todos não podemos, nunca baixar guarda da segurança nossa e de todos com quais convivemos.

Não sei ao certo o porque do embargo da festa, mas de acordo com as línguas que à mim trouxeram as notícias, foi por conta de a festa não estar de acordo com o AVCB.

Se isso for verdade, parabenizo àquele que embargou a tal festa e o local, afinal todos nós sabíamos que nas últimas festas apesar de profanas e das outras religiosas, se não fosse pelas mãos Divinas, algo de ruim tem muito mais probabilidade acontecerem.

Assim e finalizando, parabéns à todos que pensam e agem em pról da segurança dos milhares de desconhecidos, vocês são meus heróis e apesar de não os conhecer, admiro-os… Segurança é fundamental mas Prevenir e se Precaver é dever de todos.

Manéco

08/09/15

Nomes próprios e os impróprios…

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De tempos em tempos a humanidade, fica meio desorientada, e quando digo a humanidade, essa pode ser o seu todo ou em partes.

Aqui por esses nossos quintalões, a cada dia vê-se que, ou sente-se que à vezes é melhor estar alienado do que estar interagindo. É improvável que pessoas de mediana inteligência levem à sério nossos políticos de plantão, se querem exemplos é só ouvir os últimos discursos de nossa representante (que Deus em sua imensa Glória, a proteja) (êpa! Não sou Evangélico, tampouco crente, mas sempre é bom pedir proteção à Alguém ou Criatura, para proteger-nos, né?), então seguindo em frente, os discursos da sujeita (aquela da qual falei à pouco) faz corar o mais incrédulo dos mortais…quanta besteira dita em tão pouco tempo por pessoa que era melhor que ficasse calada. Mas, como diz o ditado, que “em terra de cego que tem um olho é rei”, fica inteligível que quaisquer merda que se fale tem sempre alguém que irá aplaudir, ou por achar bonito, ou por achar risível, ou por achar vexatório, ou por achar ridículo, o para puxar o saco do palestrante.

Como a ”carruagem passa enquanto os cães ladram”, ouço e leio o que sai pelas bocas malditas e benditas dessa Terra Bendita, e até de outra Terras não tão benditas, mas que assim o seja e assim vejamos.

Dias destes outro plantonista, alcaide de uma das cidades mais importantes do mundo, não digo que é de São Paulo para que vocês não saibam de qual alcaide escrevo. Mas o sujeito, dito inteligente, criou um factoide, eleitoreiro e por assim dizer de uma idiotice tamanha, que entra no seu cabedal de idiotices. Disse, ou melhor o alcaide entrou com um projeto de lei, para que sejam substituídos os nomes dos logradouros(praças, ruas, viadutos, e outros dominiais) que tenham os nomes dos militares que serviram à última ditadura, e ou (vejam bem o problema que tenho e que vejo é que, não é porque são dessa ditadura ou da dita mole) foram partícipes das violências pela ditadura, praticados.

Ora bolas, se for assim, outros nomes não dessa última ditadura, mas as de as outras como ficam, deixa do jeito que está, e só para lembrar, o tal do Marechal Floriano era um sanguinário, o tal do Getúlio era ditador e outro sanguinário, e paro por aqui, pois os nomes são tantos que se vingar essa estúpida proposta de lei do Fernandinho, a maioria das ruas deverão ser trocados…

Feliz foi o então prefeito de uma cidade vizinha que para agradar as meninas que vendem seus corpos para se fazer sexo, conhecem? Então o sujeito de então, nomeou as ruas com nomes simples, sem os tais sobrenomes, então temos um bairro inteiro de: dona Francisca, dona Maria, dona Julia, dona …., e por aí vai.

A coisa está tão esquisita quer, se não me engano tem uma lei que diz que somente se dá um nome de alguém à um logradouro se ele já tiver passado desta vida, para outra. E não é que em outra cidade aqui vizinha já puseram o nome do Laudo (aquele que foi governador) para um viaduto.

Ora as incorreções são tamanhas que aqui no nosso quintalão homenageiam duas vezes meu amigo Dr. João de Souza Filho, com seu nome para dois viadutos. (vejam, para o viaduto aquele que passa por cima da rod. da Convenção e no outro viaduto aquele sobre a rod. do Açucar que dá acesso ao parque do Lago). Coitadinho deve estar virando na cova.

Tem outra coisa que me deixa intrigado, a rua em que moro, às vezes as placas indicam que é rua, noutra dizem que é avenida, e numa mesma esquina para todos os gostos tem dos dois jeitos de grafia, da mesma forma que à vezes é só Marechal Deodoro, noutras vezes tem o sobrenome do sujeito).

É por essas que certos nomes, ou sobrenomes, apelidos (impróprios ou próprios) enfim devem ficar fora de tudo, a alienação é o melhor caminho.

 Manéco

22/08/15

 

“a alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo”

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Não sei quem, mas há muito escuto essa frase. Não me contaram o porque, mas com muita certeza o circo não deve ser do palhaço, afinal, quando o cara é o dono ele provavelmente não quer ver seu investimento virar cinzas. Mas alguém também falou que o palhaço da estória, ou história tinha uma esposa, e o dono do circo à comeu e como corno gostaria ou gostou de ver o circo arder em fogo, para satisfazer o ego e aliviar(sic) a dor de corno ou para saciar sua vingança… mas isso são estórias que se contam para traçar certos paralelos ( ou incertos paralelos).

O paralelo à que me refiro é a atual situação do nosso país. O circo está “pegando” fogo, e nós os palhaços, o que fazemos? Vamos rir e achar legal o circo pegar fogo? Com o diz a timoneira de plantão, (em discurso de ontem em São Luis –MS)vamos repudiar o vale tudo para atingir qualquer que seja o governo. Não existe sentido em querer ver o circo pegar fogo, se nós os palhaços somos os donos do circo. E fazendo uma análise tristemente atual, vivemos em crise de credibilidade, em crise econômica, em crise moral, em crise financeira, em crise de estabilidade, em crise de convergência, em crise da crise, em crise… e ainda querem (queremos) ver o circo pegar fogo?

Já estamos ardendo em uma fogueira, fogueira de vaidades, onde quanto pior melhor (para alguns) e os outros, nós os palhaços somos traídos e levados em roldão para um caminho direcionado, à idéia de quanto pior melhor e que o circo deve pegar fogo,… claro quem irá rir não seremos nós os palhaços, mas aqueles articuladores da pseuda crise.
Temos que arrumar a casa, temos, mas sem que a casa caia e tenhamos que reconstruir, que tal fazer a reforma aos pouco e arrumar a casa? Parece que querem que tudo vá ao chão, …e quem irá sair ganhando, ora quem ganhará serão os mesmos articuladores para que a casa caísse… isso é histórico, lembram do plano Marshall?, não é mais ou menos isso, acabo com um pais inteiro e ponho lá um monte de empreiteiras para reconstruir o país, claro em suaves prestações à perder de vista, não estão contentes, ora é só ver a greve da Volkswagem de 1974(acho) , era o inicio da robotização, é a greve de hoje da GM, já estamos numa merda d e fazer inveja e alguns ainda deflagram uma greve,…tem sentido? Claro que tem, é uma orquestração para mandar uma porrada de gente embora, não acreditam, leiam o livro : As confissões de um assassino econômico de John Perkins, ele conta tudo de como fazer um pais inteiro ir para o buraco… é enquanto estamos hoje preocupando com nosso amanhã, os articuladores políticos vivem uma realidade mais futurista, o nosso amanhã não existe para eles isso é passado e o jogo do ganha e perde, é para daqui a 50 ou 100 anos e nós os palhaços, ficamos de fora da lona do circo nos contentando até com a fumaça ou de lona queimada ou do chifre da corneada(sic). É só.

Manéco

11/08/15

Parafraseando … e claro complicando…

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Parafraseando, o grande Ruy Barbosa,…( e olha que o sujeito não era tão grande assim, dizem que o homem tinha uma cabeçona), mas voltando ao tema, é sempre bom ouvir algo que nos conforta e nos dá um ânimo, ou nos dá vontades de seguir em frente, ou irmos à luta (não aquela do “cumpanhero), mas o grande Ruy, disse certa feita lá pelos idos de 1920 ou coisa assim, que “…o povo que não se defende não merece defensores…” dito isso, e se assim entendemos, e assim queremos, temos uma enorme obrigação, que é a de defendermo-nos.

Ufa e oras bolas, cada um de nós defende-se como pode, na lida e labuta diária. Cada um de nós defende sua prole na lida, na labuta e em todos os momentos faça chuva ou faça sol, de manhã de tarde ou de noite, mas o que me preocupa é o fato de nós, individualmente, defendemo-nos mais ou menos na proporção ou concepção do status de cada um ou da necessidade, ou vontade de cada um,… assim cada um defende seu umbigo, alguns defendem até o umbigo dos que tem sob sua guarda ou de sua prole e ponto final.

Pode chover aos cântaros (essa é velha, hem?!) pode chover canivetes abertos, mas desde que não mexam comigo ou com os da minha prole está tudo bem e continuamos a nossa vidinha ridícula, medíocre e insatisfeita, ou no mínimo em ostracismo coletivo, ou seria alienação coletiva, não sei ao certo mas caminhamos numa nau (essa também é velha…) sem rum sem timoneiro em mares desconhecidos com a perspectiva de imensos seres que nos devorarão e à os nossos entes, e nós, ora nós em nossa imensa estupidez, ficamos cá entre nós coçando os umbigos de uns e de outros e permitimos que a nave (ou a nau) vá, sem timoneiro, sem rumo e sem destino ao fim, se este fim existir.

O pior do fim é que, se ele não existir, a coisa continua indefinida e o fim nunca é alcançado, e como ficamos, sem rumo, sem destino, ao Deus dará, com a nau em frangalhos, em mares revoltos e em sentidos desconexos, e nós cá sentados na soleira das portas coçando os umbigos de uns e de outros como antes, ou á no antanho, num tempo não muito remoto foi retratado por Almeida Lima, ou contado por Monteiro Lobato, o nosso antepassado Jeca Tatu.

Parafraseando o Chaves, aquele do programa de televisão, do seriado Chapolim… “quem poderá nos salvar?…”, penso (e logo existo, assim disseram) que estamos numa encruzilhada história, e como todas figura de linguagem é retorcida, e por isso e certamente desconexa, pois estamos num encruzilhada, numa nau sem rumo e sem timoneiro num mar revolto e cheio de perigos… resumindo e com muito pé no chão “…tâmos todos fudidos…”

Em quem votar, em quem confiar, em quem depositar a confiança? Um prende outro solta. Quem deveria proteger, não inspira mais confiança(vejam os dados recentes).

Quem deveria investir não investe por falta de confiança. Quem emprestava, não empresta porque não tem confiança em quem pede emprestado? Quem pode pedir emprestado, não pede por insegurança. Quem produzia, não produz pois não tem confiança no amanhã. Quem empregava, não admite por total insegurança. Quem comprava, ou poderia comprar, não compra para não comprometer. E assim caminhamos, para um momento que devemos refletir e propor mudanças.

Como podemos fazer isso? Ora, temos uma GRANDE e EFICAZ ferramenta… O VOTO. Podemos mudar é só querer. Mas raciocinem comigo. Não é só votar, é exercer o divino direito de cidadania que temos, que é podemos votar no melhor e/ou no menos pior, e depois COBRAR desse que colocamos lá para nos representar, atitudes sérias e eficazes daquilo que queremos. Não se esqueçam os políticos são aqueles que nos representam e por nós eles situam-se onde nós os colocamos, assim e para melhor entendimento eles políticos são nossos empregados e como tal tem que trabalhar para nós … se eles não fizerem o que queremos também temos o democrático e divino, direito de manda-los embora … (deveria ter uma cláusula de justa causa, sem direito a recebimentos futuros…)…

02/0815

Visão distorcida…

Captura de Tela 2015-07-12 às 09.36.52

Ou seria visão obliqua, ou seria visão obtusa, ou seria visão de través, ou em outras palavras, poderia até de ser visão de fianca, … não sei bem ao certo de como classificar os tipos de visão quando se quer ver a vista de forma distorcida, a vista é vista, sempre da forma de como o indivíduo que vê-la,…assim e a muito tempo e em quase todos os casos, ” a culpa pela feiura da paisagem passa a ser da janela”…

Há tempos fico cá pensando com meus botões sobe o andamento da carruagem e ao ouvir o latido dos cães, a visão do andar da carruagem fica de certa forma distorcida na exata quantidade de decibéis expostos pelos cães que ladram.

Assim, não ficam distorcidas as imagens da roda, da poeira, dos que dentro estão na carruagem, e ainda esquece-se em qual sentido querem ou em que vai ou vão a carruagem e seus integrantes.

Entenderam? Não, então vamos ao que interessa, mas lembrem-se do inicio que explica o que estou prestes a escrever.

Dias destes foi votado e aprovado que torna o assassinato de policiais em crime hediondo. Epa, porque só serão apenados como criminosos por crimes hediondos os assassinos de policiais? E nós simples mortais e não policiais? Qual a diferença de eles para conosco? Não entendi essa lógica. Se for porque eles estão em seu trabalho cumprindo seu dever e se mortos em trabalho ou em fora dele, seus assassinos e seus crimes deverão ser apenados pelos crimes e esses à partir de agora serão classificados como hediondos.

E nós que pagamos à todos os policiais, seus salários e bonificações se formos mortos por esses mesmos criminosos, ora, eles não serão apenados como sendo criminosos hediondos…

Ué, nós temos familiares, como os tem os policiais, e os nossos e os deles familiares são de certa forma dependentes dos salários dos trabalhadores(nós e/ou os policiais), então qual a diferença entre eles(policiais) e nós seus patrocinadores(patrões) contribuintes com impostos e taxas?

É uma lógica ilógica essa de tratar diferente os iguais, da mesma forma que seria injusto tratar igualmente os desiguais. Então chego à uma conclusão inconclusa, que tem algo errado na visão distorcida de certas lideranças, que nos representam. (êpa) Vamos repensar no raciocínio e começar a repensar, que tem alguns que não nos representam e estão representando algum corporativismo que nos exclui da lógica que deveria existir, que é ou deveria ser: Matou alguém que não foi em legítima defesa é (ou deveria ser) no mínimo crime hediondo, sem apelação e sem regressão da pena.

Da mesma forma também poderíamos incluir com criminosos aqueles que desviam verbas de hospitais, ou aqueles que se apropriam indebitamente de valores que deveriam servir o povo, ou até aqueles que responsáveis por algum estabelecimento de ensino ou de saúde, deixem de faze-lo, e deixem esses estabelecimentos ao Deus dará…

Tem muitos e maiores crimes hediondos à serem especificados, e que deveriam ser responsabilizados àqueles que deveriam ser os responsáveis.

Enquanto isso nós simples mortais e contribuintes seremos apenas classificados como idiotas, contribuintes e eleitores e claro idiotas.

Manéco

12/07/2015