Desenvolvimento ou retrocesso…

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Estamos vivendo um tempo paradoxal. (gosto de usar essa palavra,.. ela é, no mínimo bonita) Mas analisemos certos fatos. A tão famigerada epidemia, endemia, ou outro nome que se queira utilizar para o surto endêmico, famigerado causado pela DENGUE.

Quem é o culpado disso tudo, não sei, mas sei que podemos fazer muito para não deixar que os nossos e nós mesmos sejam afetados por essa maldita doença.

Claro se não permitirmos locais com água para que os mosquitos transmissores não ponham seus ovos e de lá nasçam outros muitos mosquitos transmissores dessa doença. Outra forma é se encher, se lambuzar de repelente para repelir os tais mosquitos.

Mas vamos analisar aqui nosso quintal. Temos dois rios com uma represa, que os represa bem onde há a foz de um deles. Neste local é comum vermos ao final dos dias nuvens e mais nuvens com formatos de “fumaça) como se lá tivessem alguma chaminé invisível, só que não de fumaça, mas sim de mosquitos em seus rituais mágicos de acasalamento.

Ora senhores, quando infante eu era, era comum nos tempos de verão ou outros que não me lembro que as ôtoridades(sic) de época mandavam os funcionários fazerem verdadeiros arrastões nas beiras dos rios para “limpar” as margens ou beiras, como aqui dizemos para não haver criadouros desses mosquitos. Afinal e é claro e inequívoco que nas margens tanto dos rios quando não íngremes ou nas lagoas ou remansos por eles formados há e haverão criadouros e mais criadouros desses mosquitos e neste caso incluem-se as águas represadas. Lembro-os que naqueles tempos havia um inimigo natural das larvas desses mosquitos que eram os peixes (lambaris, mandis, e outros muitos).

Naquelas outras datas, também aconteciam sistemicamente, nestes tempos das manifestações dos tais mosquitos e suas doenças malignas, uns equipamentos fumigadores,(não sei como se escreve isso, mas para entendimento maquinas que faziam uma fumaceira enorme) e que junto com a fumaça impeliam um veneno que matavam, todos os mosquitos e alguns outros bichos,… mas preservavam-nos os homens, mulheres, jovens, velhos, crianças e afins.

Claro os tempos mudaram novas práticas novas regras, não podemos mexer nas margens que margeiam os rios os riachos os lagos e as poças, são Áreas de Preservação Permanente – APP’s . Claro não podemos fumegar, porque as fumaças podem causar e aumentar as camadas do efeito estufa, ou em outras palagras GEE – Gases de Efeito Estufa.

Dias destes lí num sei onde que estão criando em laboratório os mosquitos para os bombardearem com radiação, para que fiquem estéreis e não procriem quando acasalarem com suas fêmeas e que são essas que precisam dos nossos sangues para fazerem procriar seus ovos. Essa tecnologia já deu certo há muito tempo e há muito tem instalada na Paraiba uma “fábrica” de mosquito, do mosquito da laranja e para os mosquitos da cana de açúcar…enquanto isso só agora é que “provavelmente” irá ser construída uma outra “fabrica” de mosquitos para nos proteger.

O paradoxal, está aí. Quando se busca uma solução para proteção dos interesses econômicos, a “coisa” anda. Mas quando é para a proteção do homem a “coisa” é mais lenta. Ué e essa é a pergunta que não pode ser calada. Os custos com tratamento, internações, medicamentos, perdas e funerais não é mais alto do que uma proteção equivocada de alguns valores dúbios.

É isso. Manéco 05/03/2015