Discutir com idiotas é baixar ao mesmo nível…

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Nestes poucos anos que vivi, comecei a amealhar coisas, juntar peças, montar cacos, e tentar sais dessa vida com o mesmo nada com o qual vim à essa Terra abençoada. Gostaria entretanto, de deixar o meu legado, porém essa tarefa é difícil, ora o porque é difícil? É fácil de explicar, sou Mané, e adoro ser Mané, e em sendo assim o tal do legado que pretendo deixar à prole que voa só em voos lindos e em céus de brigadeiro, é de certa forma desnecessário, mas não é só à prole que pode receber o pouco que tenho à deixar como prole, pode até ser para que essas linhas sejam absorvidas por alguém e se esse alguém achar interessante e delas (linhas) tirar algum proveito, ótimo, estarei fazendo um pouquinho do bom papel à que o Grande Arquiteto do Universo, me deu e tendo faze-lo da melhor forma e para que melhor sejamos, nesse pouco espaço de tempo por qual passaremos por essa Terra.

Vejo, leio, presencio, certas noticias sobre alguns idiotas, que ainda querem seguir a máxima que existia na década de 80, onde um sujeito que fazia a publicidade de um cigarro qualquer, onde o mote era: “levar vantagem em tudo”. Esse mote, ficou sendo aos “tontos humanos” daquela época, como se fosse um ordenamento, ou um dogma à ser seguido. E por muito tempo parecia ser bonito, “levar vantagem em tudo”, o que com o passar do tempo percebemos nós todos os “tontos humanos” que na verdade éramos estúpidos, tão estúpidos, mas tão estúpidos, …estúpidos mesmo em seguir motes como o de “querer levar vantagem e tudo”, ou até como aquele outro que mostrava um cavaleiro em prados e cannyons cavalgando e fumando, ou o outro que mostrava que se fumasse “era um sucesso”, e assim nós outros os “tontos humanos” fumamos e fumamos, e não vimos com isso sucesso nenhum, e tampouco levamos vantagem alguma, talvez com a licença poética (horrenda essa licença) seremos enterrados em algum prado ou perto de algum cannyon como já foi enterrado o cara do cavalo, e o sucesso é somente dos oncologistas… mas isso são histórias que se deve contar sempre, afinal fui idiota e fumante, o que é redundante, mas para mim tem perdão, sou Mané.

Dentro da mesma linha de raciocínio (uia, raciocinei!!!) aprendi, há muito tempo com um dos meus filósofos, que disse certa feita: “o difícil não é trabalhar com idiotas, o difícil mesmo é trabalhar com idiotas que tem iniciativa…” moçada isso é de uma profundidade, profunda e se transportamos para a nosso penosa realidade e juntarmos as pontas teremos um compendio de idiotices como nunca se viu tanto. Estanislau Ponte Preta na década de 60, já escrevera o FEBEAPÁ – Festival de Besteiras que Assola o País, e isso já disse em outra crônica, mas vamos as reclamações diárias: O sujeito para o automóvel, na vaga do deficiente, “por um minutinho”. Agora se considerarmos que um “ser” idiota, é um incapaz, teremos assim um incapaz, que tem todo o direito de utilizar a vaga de deficiente . (êpa, só que ele não poderá ter habilitação, afinal ele é idiota.) Agora a estupidez não pode ser considerada deficiência, portanto, pessoas estúpidas devem ser apenadas com multas. E em sendo assim como fica o resto das medidas para a acessibilidade? E como fica então as desculpas por não ter acessibilidade? E da mesma forma que se vê, motos, carros, e outros veículos ditos oficiais, parados, estacionados, de frente, tortos, ou de qualquer forma sobre faixas, nas esquinas, sobre calçadas, e ou quando circulam em velocidade abaixo do razoável, complicando o ir e o vir dos contribuintes e quando há alguma reclamação, a “desculpa” é sempre a mesma: em estando em serviço esses automóveis podem estacionar, parar de qualquer jeito. Assim pergunto, quais os adjetivos, substantivos ou qualificativos, que devemos usar para esses estados de coisas, “levam vantagens”, “atitudes idiotas” ou simplesmente “estupidez”.

Precisamos mudar certos status, ou se dá o respeito para serem respeitados ou continuaremos à ser um país de terceiro mundo, ou como se dizia antigamente uma “Republica de Bananas”.

É só.

Manéco

12/12/15