Er… ou não Er… ? Eis a grande indecisão!? (continuação)

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Depois de tudo o que escrevi na semana passada, e das múltiplas indecisões que temos e as quais e por elas as vezes não as expomos, mas vamos a resposta à segunda provocação que me fora feita. Como nos sentimos com tantos impostos?

Caraca, e vem o ministro, que não é nenhum Mané, mas por desgraça da espécie é Joaquim, que sob minha perspectiva de Mané que sou, Joaquim é o avesso do Mané, ou seria pior que isso, mas que ele está fazendo umas manezadas isso está.

Não dá pra suportar mais impostos. Isso é claro e inequívoco, ao menos para quem paga seus impostos, eu, tu, nós, vós… mas essa conjugação está manca, porque ele não paga, e eles nunca pagaram ou sonegaram.

Como dizia a filósofa: Vamos e venhamos, seria legal se pagássemos nossos sofridos impostos e deles recebêssemos e em retorno benesses como segurança, saúde, previdência privada decente, infra estrutura capaz e suficiente, transporte coletivo seguro e em quantidades tais que não precisaríamos usar do transporte individual, medicina preventiva, Educação, de primeiro grau em níveis de primeiro mundo, Educação técnica com possibilidades de aprendizado nos melhores centros técnicos do mundo, Educação em academias com apoio à pesquisa, e com parcerias com centros tecnológicos de todo o mundo…

Que bom seria, que bom pensar e ainda lutar para termos. Estamos no sudeste maravilha, mas, cá entre nós com políticos medíocres, e interesseiros que sequer fazem a política, fazem contudo as tais politicagens, sequer pensam nas suas bases eleitorais, ou nos seus estados, pensam somente e tão somente,..epa! pensam?

E cá no nosso quintalão a coisa não é diferente, isso está desandado como em todo o território, há um assistencialismo eleitoreiro, que que não acrescenta nada ao crescimento intelectual, social e/ou econômico desse tão e já sofrido povo. Pensar em acabar com a pobreza sem contra partida é como engordar porcos, que vem caminham até o cocho e vivem suas pseudas vidas em troca de favores e favorecimentos, diferente do porco que fornece o torresmo, o outro no curral eleitoral fornece o voto de cabresto e com isso engorda a maquina ou o aparelho construtor dessa derrocada intelectual.

E por falar em intelecto, se o sujeito aprende a estudar e estudar, perceberá que não é necessário cota disto ou daquilo para conseguir algo ou alguma coisa, é só persistir e persistir.

Não adianta dar e prometer cotas para esse ou aquele em universidades, se o sujeito não aprendeu a pensar, e com isso não sabe o que é estudar, sequer sabe ler entende, somar ou diminuir.

Abro um parênteses, em explicar a sutil diferença entre aprender e estudar. Na escola se aprende, somente. Depois disso o estudante em suas casas ou em aprendizados paralelos, pesquisa-se e aí sim pode se considera que estuda.

Num curso de Direito, após alguns anos o sujeito que não conseguia sair do mesmismo descobriu que nos Códigos existia um parte chamada índice. E o sujeito disse: se eu soubesse que tinha essa coisa, a coisa seria mais fácil. Aí e por isso dá prá perceber o nível dos universitários, e como as coisas caminham.

Claro com tudo isso, o que podemos pensar, em aonde e para onde caminhamos.

Assim, gostaria de ter o prazer de pagar impostos, se visse a retribuição de minha contribuição. Enquanto isso, temos mesmo que brigar, espernear,

contra o aumento dos impostos (IPTU inclusive) e contra o novo CPMF,…ah! Não se esqueçam de cobrar o retorno dos impostos já pagos,…nas três esferas, Federal, Estadual e Municipal, e por falar daqui, cadê o asfalto das ruas marechal Deodoro, da Rui Barbosa e de outras, cadê a cobertura da “gaiola da loucas”, … ?

Manéco

18/09/15

… er ou não …er? Eis a indecisão!

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Desde há muito já temos essas dúvidas: …er ou não …er? Eis as questões! Tem também a outra possibilidade de questionamento: …ar, ou não …ar? Eis minhas dúvidas. Ou então pode ser: ...ir ou não …ir? Eis a encruzilhada. Como também poderíamos usar: …or ou não …or? Eis outras poucas possibilidades de dúvidas. E finalmente não teremos as dúvidas terminadas com UR

Se formos abrir as múltiplas possibilidade do complemento da frase, termos um universo de pensamentos e de dúvidas. Não vou citar exemplos, não que eu não os tenha, mas por pura sacanagem e para quem essa ler, ou não ler, e ou pensar e ou em não pensar. Podem até mandar-me ir, ou não ir, mas por via das dúvidas ou por não vias das dúvidas, dei alguns exemplos para vocês pensarem,… que merda, vai sair fumaça, ou não sairá fumaça, serão fedidas ou não serão fedidas, eis as muitas questões…

Mas passado todo esse tempo de vida, lí tanta besteira, e tanta coisa séria, que no frigir dos ovos e pelo andas da carruagem, tudo se transforma em besteira, assim como nossa vã filosofia. Que raios de filosofia digo eu, não importa qual, o que importa é a sua(leitor) filosofia. Se bem que pouco me lixo , (ou seria me licho?), por sua filosofia, afinal a sua, como a minha filosofia é vã e efêmera, assim como nós outros vãs homens de fé ou de pouca fé, ou de nenhuma fé temos nossa vida tão efêmera como nossa efêmera importância. E assim quando viajo de avião vislumbro de cima e me pergunto, sempre, onde estão aqueles “homo sapiens e muiéres sapiens (como diz a plantonista), que se dizem importantes? (inclusive ela), todos somos passageiros (menos os motoristas e os cobradores) dessa nave, que navega nesse Universo infinito, ao infinito ”ralo” rumo ao buraco negro ( e esse não é afro descente, é o “Buraco Negro” celestial onde todos os planetas estão indo. Talvez ao inferno para quem nele acredite. Assim todos somos pequenos muito pequenos para tantas besteiras de que se acha, de que se pensa, de que se impõe, de que se escreve (inclusive isso, que estou escrevendo).

Mas na minha ”santa e infinda ignorância”, fui provocado duas vezes numa só semana para assuntos que ninguém tem respostas certas e precisas. Uma delas era: Onde iremos parar? A minha resposta é que o cara que é um otimista, afinal ele acredita que iremos parar em algo ou em alguma coisa, mas a resposta é muito complexa, e a interlocução daria um sem dias de colocações e discussões, que com quase certeza, até iriamos descobrir de pararíamos ou não pois o tempo que nos resta é muito curto face ao tempo universal e as respostas são infindas às três ou quatro variáveis da pergunta: de onde estamos ou estaríamos falando? Onde é o iremos se dó ou acompanhados? Onde é esse lugar de ir? E por fim iriamos ou vamos parar? De que jeito é esse parar, pode ser manso ou pode ser uma “pancada”?

A outra provocação foi para que eu escrevesse sobre a enorme quantidade de impostos que recaem sobre “nossotros” simples, idiotas e brasileiros que somos, e como somos brasileiros não desistimos nunca. Certo? Vejo que a maioria segue alguns lemas dos pracinhas da grande guerra nominada, a segunda, que uma delas dizia “Senta a Púa!” outra que crio verdadeira era; “ou mato ou morro” que traduzido pela más línguas era mais ou menos o seguinte: “ou corro pro Mato, ou corro pro Morro!”

Dito isso, prometo que “Sentarei a Púa” sobre o assunto Impostos, mas fico preocupado que, se pegar muito pesado se deverei fugir pro mato ou para o morro em função da ira que se levantará sobre esse escrevinhador…

Assim até a semana que vem…

Manéco

10/09/2015

tem sempre uma primeira vez…

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Como dizia a propaganda de um certo sutiã,… o primeiro sutiã, a gente nunca esquece… e à partir desse começo de história, é factível, creio que para todos nós humanos, que muitos acontecimentos, quando ocorrem e como, e em sendo pela primeira vez, “a gente” nunca esquece, ou até deveríamos esquecer, dependendo do susto, ou da alegria, ou do inesperado, ou do…

Vamos lá, o primeiro andar de bicicleta, o primeiro tombo ao tentar andar de bicicleta, o primeiro contato com mar, o primeiro susto com a onda do mar, o primeiro caldo que o mor nos dá, e assim temos o primeiro amor, a primeira noite de amor, ou melhor, o primeiro amor furtivo no banco de um carrinho da época, num local ermo longe dos malditos olhares, dos malditos representantes de governo de então, que nunca souberam(sabem) o quanto é bom fazer amor, em qualquer local, afinal fazer amor é bom para a pele, para o corpo, para a alma( ah! Isso eles não tem). O primeiro susto, quando “a uma” pega você com a outra de calças arriadas ou então só o fato de achar uma marca de batom na cueca. Ou em contrário, quando você pega “a uma” em abraços e beijos nos braços que não sejam os seus. O primeiro dente que lhe cai da boca, ou a prima vez que lhe é permitido dirigir. O primeiro casamento, a primeira gravidez, o primeiro filho, o primeiro genro, a primeira sogra.(nesse gênero, a cada gravidez, com total certeza, como sempre ser a primeira vez, vez que cada uma tem sua peculiaridade e época que não sei por que ou por qual carga d’água, é como se fosse uma nova primeira vez, daí talvez o surgimento da palavra que não deveria existir, mas todo mundo usa que é a tal Primeiramente, (como primeiramente se não existe segundamente?) então no caso em estudo, (olha como estou chique?)   como em cada gravidez é como se fosse a primeira vez, então poderíamos incluir na gramática: primeiramente, segundamente, terceiramente, e assim por diantemente (sic) . (né Odorico Paraguaçu?) ah! Isso também me fez lembrar que ando infante ia sempre aos comícios de políticos de então e por aqueles tempos o candidato à alcaide, invariavelmente começa seus discursos mais ou menos assim “Excelentemente povo de Salto”…

Mas de sustos e sustos, os ditos populares tem lá suas verdades, o primeiro sutiã a gente nunca esquece, assim como a primeira dor de dente a gente nunca esquece, a primeira mão naquilo, ou a primeira vez aquilo na mão, o primeiro peito na mão, (êpa! esse escapou!) mas tem os ditados que dizem que é preferível um peitinho na mão do que dois nos sutiãs, em contrário sendo é preferível duas vespas voando que uma só na mão.

Mas de acontecimentos em acontecimentos, certos acontecimentos jamais deveriam ter essa primeira vez, mas por força do destino,…mentira. Certos acontecimentos são previsíveis e só nos atentamos à eles depois que as desgraças ou coisas desagradáveis acontecem.

Assim foi o incêndio do Edifício Andraus, e em seguida o do Edifício Joelma, que depois desses horrendos incêndios onde muitas vidas foram ceifadas é que as medidas de precaução e as de prevenção foram tomadas e/ou exigidas foram implementadas e assumidas.

Mas o ser humano com que que tudo seja simplificado, para que ganhos extras sejam agregados, esquecem-se do bem maior que é a segurança dos humanos e assim nós todos não podemos, nunca baixar guarda da segurança nossa e de todos com quais convivemos.

Não sei ao certo o porque do embargo da festa, mas de acordo com as línguas que à mim trouxeram as notícias, foi por conta de a festa não estar de acordo com o AVCB.

Se isso for verdade, parabenizo àquele que embargou a tal festa e o local, afinal todos nós sabíamos que nas últimas festas apesar de profanas e das outras religiosas, se não fosse pelas mãos Divinas, algo de ruim tem muito mais probabilidade acontecerem.

Assim e finalizando, parabéns à todos que pensam e agem em pról da segurança dos milhares de desconhecidos, vocês são meus heróis e apesar de não os conhecer, admiro-os… Segurança é fundamental mas Prevenir e se Precaver é dever de todos.

Manéco

08/09/15