Quando a gente pensa que viu tudo,… “o pior cego é aquele que não quer ver”

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Misturando “alhos com bugalhos”, não chegaremos à nada. Ou como dizem, que quando e no lugar que você menos espera, é aí que não sai nada mesmo.

Vivemos num momento único, talvez seja um novo divisor de águas ou de tempos, isso claro que irá dizer são nossos filhos ou netos, ou ainda os bisnetos, vez que no momento não nominamos o momento pois estamos vivendo a contemporaneidade do momento.

Vivemos sim numa guerra civil inominada. Pessoas morrem, pessoas matam a qualquer instante e em qualquer lugar, por pequenas coisas, pequenos roubos, pequenas venturas ou desventuras, para alguns isso é só uma ”estatística, para outros “isso é fruto do poder dominante sobre o dominado, um aluta de classes, por classes, etc.”, para outros ainda “isso é uma demonstração de uma cultura que se esvai e filosoficamente caminhamos para uma nova cultura que se abre à frente dos nossos tempos, etc e tal”.

Mas tudo isso é um emaranhado de graças e desgraças de pensamentos de teorias (que podem ser conspiratórias, ou não) que nos levam a tender, pender, torcer, inflar para um lado ou para outro ou ainda ficar pendente sobre um muro de inquietações.

“São tantas as emoções” que ainda não nos apercebemos ou se apercebemos ainda não nos posicionamos, se nos posicionamos, ainda não nos movemos, se movemo-nos aí temos uma ação para um dos lados. Que lados se o “negócio” é multifacetado, pluritemático e enigmaticamente sedutor.

A sedução nos corrompe, nos remete à lados que as vezes não queremos mas queremos, esse antagonismo nos faz lembrar da poesia que dizia, que ”um lado carente dizendo que sim, e um lado,… dizendo que não…”.

De que lado estamos nesses tempos em que podemos mudar o futuro de nossos filhos, netos, bisnetos, etc?. Ora estamos no lado que nos foi mais sedutor. Enquanto isso, nossa razão diz que é ao outro lado à quem devemos nos posicionar. (êpa), que razão é essa à que me referi? Diferentemente da sedução a razão é inversamente proporcional, pois com ela carrega-se o fardo da educação, conceitos, dogmas e paradigmas que construíram o que chamamos de razão, os usos e costumes é que ditaram aquilo à que nos baseamos e dizemos que é a nossa razão.

Então a sedução vem em contrário à razão, e por isso sempre cito que de certo modo a “loucura” medeia esse conflito interior entre a razão e a sedução.

A Ética, em contraponto, nos pergunta se devemos ou se podemos, e ainda o que queremos, e se tudo isso vale a pena, e se podemos, podemos, oras oras, se queremos e podemos fica um tanto mais fácil, mas o que nos faz refletir é se devemos. Assim mesmo que querendo, e/ou podendo a pergunta é se devemos, e isso é o conflito ético que à todos, ao menos em nossa cultura, ou como assim dizemos dos nossos usos e costumes, devem ser tratados.

Com a ética, com os usos e costumes, e com tudo com aquilo que achamos certo, mesmo não tendo o parâmetro do que é certo ou que é errado bem delineado, vem do fundo do âmago a tal da sedução e nos corrompe, ”fode “com tudo aquilo qu es e produziu, se construiu, se concretizou, até aquele momento.

Assim como diz a física quântica, de que nada é sólido, tudo é vibratório, temos que as nossas convicção não são tão convictas, e a sedução nos corrompe e é assim, por séculos e séculos, seculorum est .(amém)

Ë só buscar nas escrituras, santas ou profanas, que veremos que tinha tudo para dar certo, mas uma sedução aqui, outra ali, e a humanidade caminha, torta, vesga e manca (Nada tenho contra os vesgos, tortos e mancos. Tampouco sou politicamente correto, e que que se fodam aqueles quem dizem que são, ainda não me seduzi por essa onda, não me corrompi) rumo à muitos acertos e à muitos erros.

Ninguém sabe o que é certo ou o que é errado. Os usos e costumes ditam as regras. “O pior cego é aquele que não quer ver” essa é uma máxima para toda a vida, devemos sim filtrar aquilo que nos impingem todos os dias. Quem está certo, ainda não sei, mas posso seguir junto com aquele ou aqueles que estão ao menos, menos errados. Se quisermos mudar o mundo para melhor, tenho absoluta certeza que devemos tentar o melhor, não cair em tentações como a da sedução,… isso corrompe, nos macula, faz de nós menos, daquilo que somos e piores daquilo que pensamos ser, inúteis àquilo que nos foi confiado, e desnecessários para aqueles à quem queremos bem.

20/03/2016

Manéco

Carnaval, sou contra! Carnaval, sou à favor! Carnaval, sou … nem um, nem outro, sei lá?

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Caraca, tenho ouvido tantas besteiras nestes últimos tempos, e olhem que ainda sou de certa forma surdo de um dos meus ouvidos.

Vamos generalizar essa bagaça, prá não dizerem depois de que estou só falando do nosso Quintalão, mas em já falando desse pedaço de terra em qual vivemos, não tivemos o tal carnaval como muitos queriam, entre os quais me incluo, ou seja com escolas de samba indo e vindo, todos fantasiados, todos alegres, todos contentes, com dentes ou sem dentes, com roupas ou sem roupas, com fantasias caras ou só com fantasias rotas, ou sem fantasias, com “gouache” nas fuças, e lá vão e lá vem os carnavalescos esquecendo-se dos IPVA”s, dos IPTU’s, e de muitas outras desgraças que estão por aí ou estão por vir.

Não ocorreram em muitas cidades os tradicionais festejos do carnaval, como antes faziam pois as desculpas eram, ou são de que não há verba para isso ou para aquilo.

Esquecendo que escrevo para um jornal de uma cidade onde também não ocorreram os tais desfiles pois as verbas foram contidas pois os discursos (poliqueiros e claro) era ou é para que as verbas seriam, serão utilizadas para a Saúde, Segurança e para a Educação…ahahahahaahahahaha, que palhaçada, digna de um carnaval infindável.

Percebam a mediocridade desse discurso, as verbas das Secretarias (quando existem) de Cultura, são depois das Secretarias de Meio Ambiente, as secretarias que menos recebem verbas, assim se as verbas das tais Secretarias de Cultura forem repassadas para o atendimento à Saude, à Educação e à Segurança, nós todos estamos na melhor das hipótese FUDIDOS.

Se em tempo normal as secretarias que recebem mais verbas, não se sustentam em pé, a desculpa em recorrer às mais pobres e mais vazias é um discurso vazio,sem graça e não dá rima nem pro carnaval.

Agora se pensarmos um pouquinho só( isso e para aqueles que pensam, não é só para aqueles que esta leem, pois tem muito analfabeto que sabe pensar bem e melhor, tem também os analfabetos funcionais, esses são outra história) continuando, se a desculpa são verbas, lembrem-se que o CARNAVAL É CULTURA, e uma das poucas manifestações culturais nesse enorme Quintalão que GERA RENDA, através de vestimentas, instrumentos, veículos, energias, comidas, bebidas, transporte e até segurança, dizer que o Carnaval é besteiras e que o dinheiro deve ser empregado nisto ou naquilo, é o mesmo que querer acender fogueira com dinheiro, pois as verbas que dessa manifestação cultural decorrem é de números grandiosos. Querem mentir para sí mesmo é querer tampar o sol com peneira.

E viva o Carnaval, e que viva a Cultura em todas as suas manifestações, querer ser contra tudo isso é o exercício da mediocridade, e essa está a cada vez mais próxima…

10/02/2016

Manéco

O aprendizado e o desaprendizado

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O aprendizado e o desaprendizado

 A sociedade é paradoxal. Não que a ache paradoxal, é que gosto da palavra paradoxal, é bonita é imponente, é na melhor das hipóteses paradoxal. Mas sem mais delongas, vamos ao texto à que me propus a escrever.

A Sociedade, dita informada, e culturalmente inteligente(sic), chegou até este patamar (se é que exista esse patamar?) depois de muitas brigas, guerras, aflições, mortes, e outras mais desgraças da vida, vivida.

Assim, caminhou a humanidade, até aos dias de hoje, errando, errando, tentando, aprendendo, vigiando, memorizando, escrevendo, revendo, errando, confundindo-se, tentando, errando novamente, acertando(ufa), acertando, fazendo, construindo, esquecendo, errando, valorizando, gastando, juntando, errando, perdendo, tentando, inventando, reproduzindo, produzindo, vendendo, doando, roubando, matando, prendendo, soltando, errando, aprendendo, curando, matando, tratando, perdendo achando, buscando, procurando, encontrando, amando, brigando, traindo, brigando, acertando, silenciando, mentindo, omitindo, fugindo, tocaiando, insinuando, envolvendo, trabalhando, estudando, ensinando, errando, acertando, aprendendo, transmitindo, felicitando, chorando, sofrendo, errando, tentando, acertando, brigando, e… orando.

Orando por um ser que existe, pedindo preces para um Ser que não sabe que existe, mas orando, odiando, professando, mentindo, omitindo e assim vai, vem entre encontros e desencontros, aprendeu mesmo tendo um tal “Deus” que tudo pode, e tudo vê à seu lado(sic), a humanidade buscou por si ou para ela mesma, e também para muitos outros seres vivos, a busca pela vida melhor através da ciência e do conhecimento acumulado, e que através de gerações desde a verbalização, para a escrita até pela informática o conhecimento pode ser transmitido e dividido entre nós seres humanos e aos muitos outros seres vivos quer sejam eles plantas ou animais,…mas,…há uma enorme diferença, ou um enorme abismo entre ter, ser e querer, ou entre querer e fazer, ou ainda em ter, quere e poder fazer,… nesses muitos pontos de interrogações, que na verdade surge um outro fator que desde os tempos imemoráveis faz a diferença é saber quem faz, quem pode fazer, que deixa fazer ou ainda a grande pergunta, o porque se deve fazer, diante disso outra complicação surge, que é à quem interessa fazer ou deixar fazer, ou o para que fazer se não precisa fazer, ou então quanto se ganha para fazer ou qual o lucro em não o fazer ou deixar que façam…

Não é paradoxo, é na verdade pura e estrita “sacanagem”, e a humanidade caminha assim desde há muito tempo, desde que haja lucro direto ou indireto, desde que eu ganhe e outros, ora os outros, esses que se fodam,…e assim caminhamos, por vias dolorosas, perdendo pessoas amadas, negligenciando a vida de que bem queremos, tudo porque é possível, ou por quanto é possível. Assim é com a Dengue, quando era infante, antes dos verões, passavam-se os “fumaçes”(maquinas que soltavam fumaça com um veneno) por todas as urbes, e os mosquitos transmissores da dengue e de outras endemias não botavam a cara para fora de seus ninhos(sic), as margens dos rios e riachos eram sistemicamente limpos para que os mosquitos lá não pusessem seus ovos, e nos riachos e rios existiam os peixes e os sapos, que mesmo se algum incauto mosquito lá pusessem seus ovos os peixes ou sapos e/ou seus filhotes comiam as pupas ou seus ovos.

O tempo passou, e os rios e riachos ficaram sem peixes e sem sapos, nós humanos ficamos sem aqueles que mandassem as maquinas com fumaçes, ficamos acéfalos de dirigentes, ou só com dirigentes medíocres ou acéfalos, e o pior de tudo que a praga disseminou e teremos com isso e infelizmente um enorme contingente de pessoas microcéfalas …

Finalmente lembrando: os postes de sinalização não tem tampas e é um criadouro perfeito para os mosquitos.

É só

Manéco

31/01/2016

Manifestação, pró e contras … contras e prós, … ou não é bem assim…

Estamos vivendo a plenitude da Democracia. Podemos nos manifestar, sendo pró ou contra, ou nada disso, ou por tudo isso. E é por isso que estamos vivendo uma Democracia.

Na Democracia podemos nos manifestar, ser contra ou não, ser à favor ou não, ou mesmo de ser ou não ser, de outro tipo de regime, tanto faz que ele seja de esquerda de direita, de cima do muro, ou debaixo desse ou daquele capacho.

Estamos vivendo um momento histórico, afinal queremos mudanças, do status quo que se estabeleceu. Não podemos tolerar certos mandos ou certos desmandos. Estamos aprendendo no cerne ou no lombo, que algo tem de ser mudado, claro que esperamos que seja para melhor. E para que façamos um mundo melhor temos que arrumar o que está errado.

Não é tirando este(a) ou aquele(a), mandatário(a) de plantão é que iremos mudar o que está errado. Não é com uma “vara de condão” que mudaremos o nosso quintal, e o nosso mundo.

O momento é propício à mudanças. Não mudanças radicais, ou por mero confronto de um lado ou de outro. O povo clama por mudanças. Assim temos que observar os acontecimentos, melhorar a forma de interpretar e buscar melhores homens e mulheres para gerir, com aquilo que queremos ver mudado.

Observando as manifestação e, percebeu-se que existem os que forma pagos para manifestarem-se à favor e um mundaréu de gente pedindo mudanças.

A mudança já começo à ocorrer. Antes o povo só saia na rua em dias de carnaval e em épocas de copas do mudo e outras menos importantes. O que se apercebeu é que as manifestações, salvo aquelas que notadamente foram pagas para com diárias pessoas balancem bandeiras e gritem gritos de ordem, sem tampouco saberem o que estão gritando, viu-se muitas milhares de pessoas vindo à pé, de ônibus coletivos (e pagos pelos próprios manifestantes), de metrô, etc., e pacificamente exporem faixas, cartazes, placas, cartolinas, com escritos próprios, garranchos e com muitos erros de concordância no mais puro português vivido, diferente das manifestações pagas, com faixas enormes impressas em impressoras gigantes com excelentes frases e de efeito com todos os acertos gramaticais.

Essas são primeiras diferenças vistas,. O que nos faz supor que, como disse acima é um momento histórico que estamos vivendo, e que creio para melhor. O povo está se manifestando, e com essas manifestações certamente os parlamentares, terão mais ímpeto e mais força para propor mudanças. Os que estão nos muitos cargos executivos, certamente viram que as mudanças propostas não vão além de austeridade com os dinheiros públicos, e que estes sejam melhores utilizados, e que essa austeridade tem de ir ao encontro dos anseios da população.

Por isso é que as manifestações tem de ser vistas como verdadeira metástase de uma mudança maior e para melhor. Espero que todos os que hoje vivam, recordem-se desse dia, para que nas próximas eleições, ouçam as entrelinhas dos discursos, para que o “canto da sereia” não inebrie o ouvinte e não mais os atraiam à precipícios futuros.

Vamos em frente, sabedores que podemos ser a escorva da mudança, para melhor, que tanto almejamos.

Feliz Futuro, à partir de agora, que temos tanto à fazer…

Manéco 15/03/2015

Poderíamos tentar …

Assim, e porque nunca as coisas são como a gente quer, poderíamos tentar.

Tentar, tentar, tentar, tentar, até quem sabe um dia acertar.

Tentar aos pouco já é um bom começo. E o começo de tudo começa exatamente por onde começamos. Como a humanidade chegou até aqui, certamente foi porque alguém começou tentando. ( não do verbo de tentar / seduzir. Se bem que pelas Escrituras alguém tentou alguém à fazer algo que lhes fora dito que não deviam)

Se observarmos ao nosso derredor, perceberemos que muitos morreram tentando. E em tentar e tentar, a humanidade ganhou com as tentativas e os erros, desde o simples e necessário alimentar-se o ser humano, errou e errou, tentou e tentou, sobreviveu, progrediu, tentando, sempre tentando.

Claro, as coisa melhoraram, do que antes eram somente tentativas e erros, hoje temos estudos iniciais para depois de todas as hipóteses de possíveis erros é que se tenta fazer algo, desde que sejam previstos e excluídos todos os previsíveis erros, ficando para ser tentado somente as tentativas que deem certo.

Mas depois de tentado e de ter dado certo, hoje se experimenta em todos os segmentos o que chamamos de melhoria contínua, ou seja, precisamos tentar novamente, pois aquilo que fora feito anteriormente pode ser melhorado, e assim melhora-se sempre.

Pois bem, esse interregno cultural, estúpido, e grotesco, tem um sentido. A nossa cidade. As nossas ruas, nossas calçadas, nosso sistema viário, enfim tudo o que nos cerca.

Já está passando da hora de se tentar fazer algo para,… epa, não para melhorar, mas para tentar fazer algo, afinal para se melhorar é preciso ter um parâmetro e esse sequer temos para tê-lo como métrica. Dessa forma com toda certeza dá para melhorar, pois estamos sem, ou seja tudo que vier para nós vai ser melhor.

Vamos por partes, e de partes em partes podemos fazer um inteiro.

As calçadas, essas estão uma lástima;

A acessibilidade, ora a acessibilidade, sem como andar pelas calçadas, como fazer?

A arborização está devastada, por primeiro pelos próprios munícipes que há muito tentam e conseguem que cortem as árvores de fronte às suas casas, por esses ou por outros motivos, e de cortes em cortes estamos vivendo um literal inferno com os calores que por cá fazem ( e ainda querem represar o vento…).

O transito. Há muito aprendi que para existir trânsito é necessário, condição sine que nom, que exista movimento. Portanto em nosso quintalão não temos trânsito, pois todos estão ficando inertes face as interrupções cotidianas por falta de ajustes daquilo que está errado ou seja, tudo.

Se bem que quando há certo movimento, tem umas viaturas que cismam de andar, trafegar à passos de tartaruga ou seriam passos de cágados, enfileirando atrás de si(deles) os simples e mortais necessitados de que o transito ao menos transite.

E por falar em transito e seus travamentos, que tal verificar todos os dias na ponta daquela ponte torta (a velha que dá acesso à Itú), todos os dias, invariavelmente, há congestionamentos em certos horários, pontuais, visíveis, factíveis, previsíveis, e outros adjetivos, e só, repito, é só de vez em quando que aparecem alguns carinhas de farda marrom, para ordenar o que poderia ser simples se, colocassem um farol sinalizador naquele local.

Pelo que vejo pela minhas poucas andanças no quintalão, há muitas carruagens amarelas e azuis com um “monte” de passeadores nessas carruagens que certamente poderiam estar nos horários previstos de previsíveis congestionamentos que infernizam os que por lá e por outros cantos passam.

O que está faltando então, observação, conteúdo, vontade, cérebro, comando, é podemos mudar, é só querer, é só começar…

Vamos tentar… ao menos tentar…

Maneco

18/10/15

A Dengue nossa de cada dia…

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Só não podemos dizer Amém. Ora bolas, convivemos com doenças diárias, infecciosas ou não, transmissíveis ou não, porém não podemos ficar inertes, omissos e /ou alienados diante dessas “desgraças”, produzidas ou não pelo homem, com a conivência ou não dos homens, fomentadas ou não pelo homem.

Se buscarmos na Bíblia, em que o “Deus” da época mandou 7 pragas para o Egito, e eles depois de muitas desgraças e sofrimentos, passaram pelas provações que Lhes fora imposto pelo “Deus”, maldoso, raivoso e outros adjetivos que não me permito à dize-los.

Mas o povo sofrido e reticente, sobreviveu, com o “Deus” deles, ou com os Deus que lhes foram impostos, e de tempos em tempos o tal do “Deus” maldoso, passa por nós humanos e faz suas maldades, e depois os sobreviventes Lhes culpam pelas desgraças que lhes abateu.

Assim de tempos em tempos, temos “desgraças”, que em muitas das vezes foram por nós mesmos colocadas, como foi a Peste Negra, as Pestes Bubônicas, as Pestes dos Gafanhotos, as Desgraças de Mariana, As Desgraças do Governo, as Desgraças da falta do cumprimento das Leis, a Falta de Vergonha, as Faltas Diárias dos compromissos com o Próximo, principalmente quando o próximo está próximo, as Desgraças da Falta de Planejamento Urbano, as Desgraças da Falta de Saneamento, da Falta de Segurança, a Falta Respeito nas vagas dos Idosos, dos Deficientes, a Falta de Respeito com os Eleitores, a Falta de Respeito e de Educação Familiar para com os Professores, as falta de vergonha dos enroladores, que dizem ser professores e em verdade só querem empurrar com a barriga o cargo que conseguiram,… e assim caminha a humanidade, ao menos à partir da ideia do nosso microcosmo que é o nosso Quintalão.

Então, estamos vivendo uma endemia ou pandemia, causado pelo tal mosquito Aedes Aegypti que é o hospedeiro de doenças endêmicas tais como a tal do vírus Zicka, da Febre Amarela, da Chikungunya, e ainda de quatro tipos de Dengue.

A Dengue é uma velha conhecida, e se procurarmos nos velhos livros veremos o adjetivo de “dengoso”, derivado da tal doença, mas em um pais tropical como o nosso, não podemos dar chances à desgraças que podem sem previsíveis e campanhas estão sendo feitas para combater os locais onde previsivelmente podem ser criadouros do mosquito transmissor dessas tristes desgraças previsíveis e possíveis de serem evitadas.

Assim e por isso, é que escrevo isso tudo, à partir da ideia de que se uma simples tampinha à céu aberto e com água é uma maternidade [perfeita para a criação do tal mosquito, e todos compram as nossas atitudes pro ativas para acabar com os criadouros, e diante de observações diárias, temos uma enorme maternidade expostas diariamente para criadouros e ninguém ainda tomou atitudes para com ela acabar, que são os POSTINHOS (canos) DE SINALIZAÇÃO DE TRANSITO, TUBOS DE SUPORTE DE SEMÁFOROS (os verticais), e muitos outros que estão SEM TAMPA, sendo fonte de criação desses indesejáveis mosquitos.

Outro ponto à discutir, após a passagem das águas de chuva é em relação às águas represadas na Represa do Porto Góes, que sem peixes é uma enorme lâmina de água parada, passível de ser criadouro de mosquitos.

Temos então de Cobrar atitudes de autoridades municipais e da administração da concessionária da águas, que por cá passam e param e lhe geram lucros e à nós “desgraças”

Por ora é só

Manéco

17/01/2016

A história, ora a história, essa é outra estória…

Confesso que quando infante e adolescente eu acreditava que as “malditas” aulas de estória … (abro esse parênteses para informar que há uma distância enorme entre estória e história, afinal o que se ensina nas, êpa, ou melhor o que dizem ensinar(sic) nas aulas, são contos de escritores que na maioria das vezes sequer sabem distinguir o que é história ou estória, e lá contam o que lhes mandam contar e se não tiver contestação fica o dito pelo não dito o que é muito maldito… fecho o parenteses) … fossem somente para nos (nós alunos). aporrinhar Havia um motivo para que as tais aulas de estória, fossem enfadonhas e nada criativas, havia uma mal formação didática das professoras de antanho, havia também um mal estar político da época, e mais havia um monte de alunos rebeldes, por conta da idade do confronto, e com essa sopa de variáveis, as tais aulas de estória (ou de história como quer alguém que essa lê e não está gostando do teor dessa) eram literalmente um emaranhado de datas e de nomes e o pior de tudo é que não se ensinava “porra” nenhuma o que as ditas professoras da época queriam é que decorássemos os tais nomes e as tais datas referidas.

Pois bem, certa vez uma professora ou assim dita, perguntou o que achávamos da história? E eu como todo moleque maroto, disse que era um monte de besteiras que para nada serviam e de nada serviriam… noutra época já mais adolescente, uma professora de EMC – Educação Moral e Cívica, perguntou-nos : Qual a atitude do cidadão perante a pátria? E eu como rebelde, teci comentários e comentários e no retorno da avaliação (sic) pela tal professora, ela foi taxativa: – “estou te dando nota 5 para você passar de ano, porém a folha com seu texto fica comigo, e que você fizer mais alguma afirmação contestatória em minha aula eu entrego essa folha aos militares” .

Para mim isso foi o fim de um ciclo, mudei de ares, fui para Sampa, lá me formei, lá aprendi a gostar de literatura de discutir, discutir, pesquisar, discutir e participar, esqueci o nome da tal professora, e até das tais professoras de antanho e comecei a gostar de HISTÖRIA, na verdadeira acepção da palavra.

É por isso que redimo-me de um dia dizer que a história não tem valor, ela nos serve para vermos nossos erros e não mais comete-los, ou se traçarmos um paralelo, é só verificar o quanto é interessante conhecer a história e descobrir que ainda existem lentes nesse país de incultos, o nome “Catalinárias” da mais nova operação da polícia Federal, foi buscada num discurso do filósofo e político Marco Túlio Cícero (106-43 a.C), quando discursou contra um senador romano de nome Lúcio Sérgio Catilina (108-62 a.C) por esse senador ser corrupto e conspirar contra a República.

Olhem que coisa linda que é a história, se bem contada e bem lembrada com muita certeza nos fará não incorrermos mais nos mesmos erros, e como sempre digo e para finalizar.

Mais um ano que se vai, o mundo gira (a Luzitana roda) e a troca de políticos ocorrerá, por isso tudo é que devemos rememorar e votar, votar sempre, e sempre no menos pior, afinal eles nos representarão por um certo período, e como disse certa feita Eça de Queiroz: – “Os políticos e as fraldas devem ser mudadas pela mesma razão.”Captura de Tela 2015-12-21 às 10.05.06

21/12/15

Manéco

Discutir com idiotas é baixar ao mesmo nível…

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Nestes poucos anos que vivi, comecei a amealhar coisas, juntar peças, montar cacos, e tentar sais dessa vida com o mesmo nada com o qual vim à essa Terra abençoada. Gostaria entretanto, de deixar o meu legado, porém essa tarefa é difícil, ora o porque é difícil? É fácil de explicar, sou Mané, e adoro ser Mané, e em sendo assim o tal do legado que pretendo deixar à prole que voa só em voos lindos e em céus de brigadeiro, é de certa forma desnecessário, mas não é só à prole que pode receber o pouco que tenho à deixar como prole, pode até ser para que essas linhas sejam absorvidas por alguém e se esse alguém achar interessante e delas (linhas) tirar algum proveito, ótimo, estarei fazendo um pouquinho do bom papel à que o Grande Arquiteto do Universo, me deu e tendo faze-lo da melhor forma e para que melhor sejamos, nesse pouco espaço de tempo por qual passaremos por essa Terra.

Vejo, leio, presencio, certas noticias sobre alguns idiotas, que ainda querem seguir a máxima que existia na década de 80, onde um sujeito que fazia a publicidade de um cigarro qualquer, onde o mote era: “levar vantagem em tudo”. Esse mote, ficou sendo aos “tontos humanos” daquela época, como se fosse um ordenamento, ou um dogma à ser seguido. E por muito tempo parecia ser bonito, “levar vantagem em tudo”, o que com o passar do tempo percebemos nós todos os “tontos humanos” que na verdade éramos estúpidos, tão estúpidos, mas tão estúpidos, …estúpidos mesmo em seguir motes como o de “querer levar vantagem e tudo”, ou até como aquele outro que mostrava um cavaleiro em prados e cannyons cavalgando e fumando, ou o outro que mostrava que se fumasse “era um sucesso”, e assim nós outros os “tontos humanos” fumamos e fumamos, e não vimos com isso sucesso nenhum, e tampouco levamos vantagem alguma, talvez com a licença poética (horrenda essa licença) seremos enterrados em algum prado ou perto de algum cannyon como já foi enterrado o cara do cavalo, e o sucesso é somente dos oncologistas… mas isso são histórias que se deve contar sempre, afinal fui idiota e fumante, o que é redundante, mas para mim tem perdão, sou Mané.

Dentro da mesma linha de raciocínio (uia, raciocinei!!!) aprendi, há muito tempo com um dos meus filósofos, que disse certa feita: “o difícil não é trabalhar com idiotas, o difícil mesmo é trabalhar com idiotas que tem iniciativa…” moçada isso é de uma profundidade, profunda e se transportamos para a nosso penosa realidade e juntarmos as pontas teremos um compendio de idiotices como nunca se viu tanto. Estanislau Ponte Preta na década de 60, já escrevera o FEBEAPÁ – Festival de Besteiras que Assola o País, e isso já disse em outra crônica, mas vamos as reclamações diárias: O sujeito para o automóvel, na vaga do deficiente, “por um minutinho”. Agora se considerarmos que um “ser” idiota, é um incapaz, teremos assim um incapaz, que tem todo o direito de utilizar a vaga de deficiente . (êpa, só que ele não poderá ter habilitação, afinal ele é idiota.) Agora a estupidez não pode ser considerada deficiência, portanto, pessoas estúpidas devem ser apenadas com multas. E em sendo assim como fica o resto das medidas para a acessibilidade? E como fica então as desculpas por não ter acessibilidade? E da mesma forma que se vê, motos, carros, e outros veículos ditos oficiais, parados, estacionados, de frente, tortos, ou de qualquer forma sobre faixas, nas esquinas, sobre calçadas, e ou quando circulam em velocidade abaixo do razoável, complicando o ir e o vir dos contribuintes e quando há alguma reclamação, a “desculpa” é sempre a mesma: em estando em serviço esses automóveis podem estacionar, parar de qualquer jeito. Assim pergunto, quais os adjetivos, substantivos ou qualificativos, que devemos usar para esses estados de coisas, “levam vantagens”, “atitudes idiotas” ou simplesmente “estupidez”.

Precisamos mudar certos status, ou se dá o respeito para serem respeitados ou continuaremos à ser um país de terceiro mundo, ou como se dizia antigamente uma “Republica de Bananas”.

É só.

Manéco

12/12/15

Impedimento ou ”Impeachement”

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Eu ainda não entendo nada de futebol. Explico que nessa altura do campeonato da vida, tampouco quero entender. Sei que pelas regras do futebol, tem uma que é o tal de impedimento. Como não entendo piciroca nenhuma, só me lembro que quando um jogador do time que está avançando, antecipa-se ao último jogador do time que está se defendendo, ele se torna impedido de seguir ao seu rumo de ataque. (é mais ou menos assim, perdoem-me aqueles que entendem dessa coisa chamada futebol) O problema do tal impedimento é que quem está perdendo, quer que tenha o tal impedimento e em contrapartida, que está no ataque, não quer que haja o tal impedimento. No campo tem lá o árbitro, que em algumas vezes finge-se de cego, mas é ajudado por dois auxiliares, um em cada campo de ataque, que quando veem algo que julgam errado levantam a tal da bandeirinha avisando o árbitro maior que alguém está em situação irregular, portanto em situação de impedimento. A merda disso tudo é que, tudo é na base do eu ví, ou é mais ou menos isso que eu ví, ou ainda disseram que eu ví. De uns tempos prá cá inventaram um tal de “tira-teima” que dirime certos erros ou abusos do “poder” do(s) arbitro(s), e que no frigir dos ovos, fica o disse pelo não disse, e os campeonatos são maquilados, e alguns dizem que foram injustamente,… isso ou aquilo, ou ainda aquilo outro. Os campeonatos começam e terminam sempre com as mesmas variáveis, variáveis quase que constantes,… técnicos que se trocam, jogadores que vão que vem e assim caminham as verdades e falcatruas do / pelo futebol .

E isso é muito bom desde os tempos do grande império romano, que em outros tempos era pão e circo.

De circo em circo, vou desses aqui do pé do chão, até o circo mor, do planalto central, onde nossos representantes se digladiam se houve ou se não houve situação que os remeteriam em estado de impedimento. Muito se está dizendo , discutindo-se em torno de assuntos que em sua maioria são feitos sob o manto da proteção, êpa, da “pseuda proteção” por terem sido eleitos e assim dizem estar sob a égide da vontade popular e estarem acobertados pela vontade popular. Pena que nesse caso não tenham ainda a porra do equipamento “tira-teima”, para saber que diz a verdade ou não diz a verdade ou está escondendo o que seria a tal verdade.

Mas de tropeços em tropeços, de mentiras em mentiras, de meias verdades em meias verdades, de omissões em omissões, e outras muitas variáveis das e dos discursos dos plantonistas, temos que,… o pedido de impedimento foi aceito pelo presidente da câmara, e esse está com o rabo preso (talvez tenha até tranças) e como diz um ditado antigo, quem tem rabo de palha, não passa perto de fogueira, o presidente da câmara está mais sujo que o pau (de baixo) do galinheiro.

Assim posto, temos um pedido de impedimento, o processo irá (ou deverá) ocorrer e o país, fica nesse marasmo desgraçado, com a economia travada e a recessão batendo às portas, dizendo francamente que veio e se a coisa não desenrolar veio para ficar. Concluo que isso tudo é uma merda, em relação à nós simples mortais e viventes nesse enorme campo chamado Brasil. Vejam o imbróglio em que nos metemos, sim nos metemos, afinal a maioria dos eleitores é que colocaram os plantonistas à estarem de plantão. Trocaram os pés pelas mãos, enquanto o dinheiro estava entrando ao invés de fazerem os pés de meias para o futuro, perdoaram dívidas muitos países, e só por esses valores com muita certeza já daria para equilibrar as contas.

Olha outra coisa interessante, é o premio que se dá para o marasmo, é uma tal de bolsa isso, bolsa aquilo, bolsa aquela outra, enquanto poucos ainda trabalham tem que bancar um monte de pessoas que não ou não tem trabalho, ou não tem vontade de procurar trabalho (abro um parênteses ao pessoal que realmente precisam de algum incentivo no semiárido), assim trabalhamos mais de 4 (quatro) meses só para manter “a coisa” governamental.

Assim, como querer o impedimento? É a triste realidade em afirmar que o impedimento nessa altura do amadurecimento político (ahahaha) por qual passamos é o mesmo que trocar 6(seis) por 4(quatro), os políticos (atuais) ainda não se apercebera, que não é o umbigo deles(ou dos parentes) que vale, o importante seria se tivessem um grupo com planos de governo, planos esses que deveriam prever a continuidade desses planos.

Em outras palavras, e para finalizar esse triste texto, já imaginaram se houver o impedimento? Quem irá governar? E a minha preocupação é real e latente, pois desse momento cego, pode emergir da lama um personagem qualquer, sem programa nenhum, mas com discursos populistas e demagógicos e desses discursos podem ser criados personagens asquerosos como Hitler(s), Stalim(s), Guevara(s), Chave(s), e muito outros personagens históricos que muita dor de cabeça já deram…

E os emergentes estão querendo “botar” as cabeças para fora, sem programas nenhum e muita merda nos discursos sempre populistas sem critérios algum,… preocupem-se com os Bolsanaros, as Marias dos Rosários, os Russolmanos, os Dórias e muitos outros oportunistas de plantão, esperando a hora certa para o pulo do gato…

07/12/15

Manéco

Graças, sem graças, desgraças…

Captura de Tela 2015-11-15 às 10.05.52A vida(alguém já disse isso) é uma eterna aprendizagem, mas acredito que essa afirmação seja uma enorme mentira, ou na melhor das hipóteses, essa frase não tem sentido algum. Vejamos então em poucas palavras e/ou empiricamente se tenho ou não tenho razão (outra mentira, ter razão num mundo que sequer sabe o que é razão, até essa palavra está em desuso, ou desgastada ou esquecida, ou outra coisa qualquer, que nos foge o entendimento, ou a razão como queiram).

Mas, voltando ao tema e ao tempo, dizem as más línguas que o mundo (planeta Terra) tem cerca de 6.000.000.000 de anos (seis bilhões), e que a raça humana (a partir do homo sapiens) cerca de 300.000 anos (trezentos mil). Abro um parênteses, a mulher sapiens (sic) é mais recente, ainda não tem um ano). O tal sujeito da cruz, dizem os historiadores tem lá seus 2015 anos ou coisa equivalente.

A humanidade, em sua epopeia histórica, deriva de 23 Evas ( ou seriam mulheres sapiens(sic) (vinte e três) de acordo com os nossos DNA’s. Isso é fato e não especulação. Assim temos vinte e três famílias desde que o homus erectus, ou sapiens ficou em pé. E se tratarmos um paralelo, em nossas atuais famílias, perceberemos que as relações parentais muitas vezes são conflitantes, portanto não poderíamos esperar que as relações parentais e temporais dessas pessoas, se é que assim podemos chama-las, serem cordiais. Dessa forma como na música, “entre tapas e beijos”, a procriação humana foi exponencial, devagar enquanto sobrevivia da colheita de frutos, aumentando gradativamente após a apropriação e controle do fogo, e deslanchou com a grande descoberta que fora a agricultura. Depois desse “invento” a humanidade, começou a se assentar, e também se apropriar das terras, que julgavam ter domínio. Claro tudo isso escrito numa só página, é muito cômodo, mas à se pensar por quanto tempo essa evolução do “bicho homem” ao humano, durou, é só pesquisar nos alfarrábios. Epa, a evolução, revolução, ou involução humana foi aos trancos e barrancos seguindo seu caminho por caminhos tortuosos e desalentadores. Vejam / leiam a tal Bíblia dita Sagrada, é um livro interessante se visto e analisado criticamente sem o viés idolátrico de uma religião ou seita, ou de um dogma qualquer. Em seus muitos livros que a compõe, são inúmeros casos de incestos, mortandades, guerras, mortes simples e compostas, tudo de forma que pareça a mai
s natural possível aos olhos à quem é direcionada e da forma que “pensam” estar dogmatizando.

Nada a favor, tampouco contra, mas o que os tais “homo sapiens”, agora(naquela época) dito inteligentes, fizeram com as Bibliotecas de Alexandria? Assim, de curral em curral, quanto mais idiota for o povo, melhor é a forma de conduzi-los em e para vontade própria. Dessa forma as estatísticas, fazem e mexem-se para cá ou para lá para melhor ser para quem queira que seja melhor. Dessa forma e por tudo isso, o mundo, aos olhos da estatística maquiada está cada vez mais violento, e de manchetes em manchetes, uma desgraça (a que ocorreu em Paris), foi excelente para esconder a desgraça ocorridas em Mariana – MG, assim as novas manchetes encobertam os desmandos do Cunha, que por sua vez fazem-no esquecer das besteiras da mulher sapiens que está como plantonista, que por sua vez escondem o aumento do combustível, do aumento da cesta básica, da falta de atendimento minimamente humano dos serviços de saúde ou da falta de caráter como que aqui tratam as questões de educação e cultura. Por tudo isso a tal segurança ou a falta dela é derivada, simples e inequivocamente de fatores pontuais, que poderiam ser melhorados diuturnamente (e de noite também com diz a plantonista) se revisemos a história e nos apropriássemos dos mandos e desmandos dela decorrentes, assim certamente poderíamos ser considerados como humanos e sapiens… graças, as desgraças já vividas e revisitadas, mas para que as melhorias possam ocorrer somente com cinco coisas essas melhorias ocorrerão, que são: 1- EDUCAÇÃO; 2- EDUCAÇÃO; 3- EDUCAÇÃO; 4- EDUCAÇÃO, E 5- EDUCAÇÃO,… mas como esses temas são sem graças e não dão votos, vamos tratar de criar cadeias, que rendem mídias, e assim… ora assim,… assim caminha a humanidade.

É Só

Manéco

15/11/15

(Proclamação da República (velha))